domingo, 1 de dezembro de 2013

O Diálogo e a Orquestra



O diálogo gera o entendimento entre os homens, desperta a afetividade, faz desaparecer o medo a incerteza, faz nascer a esperança de novos tempos, porque  podemos  olhar e ver o outro ouvir e escutar  e sentir o outro. É o exercício da alteridade, em que se consegue compreender o outro. Uma das ferramentas do diálogo é o silêncio,  que dá lugar para a humildade agir.  Respeitar as ideias, o jeito de ser e de agir do outro. O diálogo dá a vez para o outro, deixa o outro expressar o que tem dentro de si.  Essa relação se consolida bem  entre o aluno e professor e também durante  o nosso cotidiano. .Na escola tradicional só o professor fala, e o aluno não tem a sua hora para falar. Nessa nova forma de aprender e ensinar,  é indispensável que o aluno exerça o seu papel de participante, sujeito do processo.
Olá colegas compartilho  esse vídeo riquíssimo, penso que essa orquestra revela o significado da existência da dialogicidade  em EaD, e três pontos quero ressaltar em relação a orquestra e a EaD. a melodia, harmonia,sintonia.
Na melodia cada som tem a sua identidade,o exercício da autonomia, cada um toca o melhor que pode e sabe, não para abafar o outro, mas contribuir para que o brilho da orquestra possa ser perfeito e  rico. Mas a variedade de sons se desenvolvem de uma forma ordenada com a missão de apresentar a música o diálogo nas diferenças .
A harmonia é a união de diferentes sons, que se comunicam, se articulam nas notas musicais com objetivos comuns a fé nos homens  em que o utro vai conseguir tocar sem destonar, por isso não há policiamento, tudo leve. É o respeito às diferenças, diversidades na obtenção dos resultados, diálogo  e a alteridade que produz respeito para alcançar resultados..
A sintonia convida a interação como parceria, o compartilhar, o ouvir a afinação com o outro gera a humildade Penso que em uma orquestra tem muita alteridade, o respeito mútuo, esperar o outro, deixar o outro sobressair,aparecer,silenciar na hora certa, uma vez que o outro vai fazer a sua apresentação cada um tem a sua vez, penso que são valores a considerar em uma relação professor aluno tanto na aula presencial como no Ambiente virtual de aprendizagem. 
Quanto ao maestro apesar de jovem, articulou com sensibilidade e liderança com cada músico e em cada instrumento e em dualidade com o coral que este teve a reflexividade de sua hora decantar com orquestra. E que de uma forma bem complexa porém rica de conduziu a regência. Equilíbrio no diálogo, Saber o que cada um vai fazer e está fazendo e se está indo tudo conforme a partitura, é ter o conhecimento, domínio pleno e gerenciamento das ações e atuações em uma orquestra. Penso que são pontos a refletir na dialogicidade que o aluno tanto espera  e nós professores como mediadores devemos cultivar  vamos continuar aprendendo a respeito da EaD.
Abs!
Naíola

O Diálogo e a Orquestra

O diálogo gera o entendimento entre os homens, desperta a afetividade, faz desaparecer o medo a incerteza, faz nascer a esperança de novos tempos, porque  podemos  olhar e ver o outro ouvir e escutar  e sentir o outro. É o exercício da alteridade, em que se consegue compreender o outro. Uma das ferramentas do diálogo é o silêncio,  que dá lugar para a humildade agir.  Respeitar as ideias, o jeito de ser e de agir do outro. O diálogo dá a vez para o outro, deixa o outro expressar o que tem dentro de si.  Essa relação se consolida bem  entre o aluno e professor e também durante  o nosso cotidiano.Na escola tradicional só o professor fala, e o aluno não tem a sua hora para falar. Nessa nova forma de aprender e ensinar,  é indispensável que o aluno exerça o seu papel de participante, sujeito do processo.
Olá colegas, compartilho  esse vídeo riquíssimo, penso que essa orquestra revela o significado da existência da dialogicidade  em EaD, e três pontos quero ressaltar em relação a orquestra e a EaD. A melodia, harmonia,sintonia.
Na melodia cada som tem a sua identidade,o exercício da autonomia, cada um toca o melhor que pode e sabe, não para abafar o outro, mas contribuir para que o brilho da orquestra possa ser perfeito e  rico. Mas a variedade de sons se desenvolve de uma forma ordenada com a missão de apresentar a música, o diálogo nas diferenças .
A harmonia é a união de diferentes sons, que se comunicam, se articulam nas notas musicais com objetivos comuns, a fé nos homens  em que o outro vai conseguir tocar sem destonar, por isso não há policiamento, tudo leve. É o respeito às diferenças, diversidades na obtenção dos resultados, diálogo  e a alteridade que produz respeito para alcançar resultados..
A sintonia convida a interação como parceria, o compartilhar, o ouvir a afinação com o outro gera a humildade Penso que em uma orquestra tem muita alteridade, o respeito mútuo, esperar o outro, deixar o outro sobressair,aparecer,silenciar na hora certa, uma vez que o outro vai fazer a sua apresentação cada um tem a sua vez, penso que são valores a considerar em uma relação professor aluno tanto na aula presencial como no Ambiente virtual de aprendizagem.  
Quanto ao maestro apesar de jovem, articulou com sensibilidade e liderança com cada músico e em cada instrumento e em dualidade com o coral que este teve a reflexividade de sua hora, de cantar com orquestra. E que de uma forma bem complexa porém rica conduziu a regência. Equilíbrio no diálogo. Saber o que cada um vai fazer e está fazendo e se está indo tudo conforme a partitura, é ter o conhecimento, domínio pleno e gerenciamento das ações e atuações em uma orquestra. Penso que são pontos a refletir na dialogicidade que o aluno tanto espera  e nós professores como mediadores devemos cultivar,  vamos continuar aprendendo a respeito da EaD.
Abs!

Naíola
Texto: David,P.B.; Castro Filho,J.A.  Dialogicidade em práticas interativas da área de exatas.

DIALOGICIDADE EM PAULO FREIRE


Segundo David e Castro-Filho (2009):
"O diálogo freiriano possui cinco pressupostos que norteiam a comunicação educador-educando: amor, humildade, fé nos homens, esperança e um pensar crítico. (2009, p. 3)."

 Em seu livro Educação como Prática da Liberdade, Paulo Freire define o diálogo: 
"E que é o diálogo? É uma relação horizontal de A com B. Nasce de uma matriz crítica e gera criticidade (Jaspers). Nutre-se do amor, da humildade, da esperança, da fé, da confiança. Por isso, só com o diálogo se ligam assim, com amor, com esperança, com fé um no outro, se fazem críticos na busca de algo. Instala-se, então, uma relação de simpatia entre ambos. Só aí há comunicação. O diálogo é, portanto, o indispensável caminho (Jaspers), não somente nas questões vitais para a nossa ordenação política, mas em todos os sentidos do nosso ser. Somente pela virtual da crença, contudo, tem o diálogo estímulo e significação: pela crença no homem e nas suas possibilidades, pela crença de que somente chego a ser eles mesmos” (2007, p.115-116).

Exemplificarei como conduzo minha prática como tutora, baseada nos elementos de dialogicidade de Paulo Freire.

AMOR
 O amor ao mundo e aos homens. O amor como ideal de relação. O amor como compromisso. Como tutora, procuro construir a melhor relação possível com meus alunos, estabelecendo laços de confiança e de amizade. Na amizade o amor está sempre presente.
 
HUMILDADE
 Segundo Paulo Freire, não há diálogo se não há humildade. Esta é imprescindível na relação, no encontro.  Todas as vezes que aceitamos o outro como ele é, e o respeitamos, e favorecemos a este uma oportunidade, praticamos a humildade. Como tutora, procuro evitar a arrogância, a intolerância e estimulo a igualdade, a equidade.

FÉ NOS HOMENS
 Acreditar na humanidade é acreditar na vida. Ter fé no homem me leva, como tutora, a valorizar e acreditar no potencial dos meus educandos. Como a música de Gonzaguinha:
Ontem um menino que brincava me falou
Hoje é a semente do amanhã
Para não ter medo que este tempo vai passar
Não se desespere, nem pare de sonhar
Nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs 
Deixe a luz do sol brilhar no céu do seu olhar
Fé na vida, fé no homem, fé no que virá
Nós podemos tudo, nós podemos mais
Vamos lá fazer o que será
 
ESPERANÇA
 Não é apenas esperar. A esperança conduz ao movimento, à luta. É o lutar com esperança, enquanto espero.  Na prática de Ead é preciso estimular que o educando prossiga, apesar das adversidades e que os resultados são possíveis com esforço e dedicação.

PENSAR CRÍTICO
 Enquanto elemento de dialogicidade, o pensar crítico é um pensar verdadeiro sobre o mundo. Como tutora, acredito que devemos conduzir nossos educandos a exercitar uma reflexão sobre a realidade que os cerca em uma atitude de não conformidade, estimulando-os a posicionar-se, a fazer diferente.

Nascemos Para o Encontro...
(Autor Desconhecido)
Minhas mãos não foram feitas para permanecerem fechadas.
Fechadas elas são feias. Fechadas elas são um sinal de egoísmo.
Minhas mãos não foram feitas para mim, mas para se abrirem aos outros.

Mãos para saudar, erguer, ajudar, trabalhar, acariciar.
Abertas para o mundo e para as pessoas.

Meus olhos foram feitos para o encontro: não posso ficar olhando para mim mesmo.
Olhos nos olhos. Feitos para ver e não para se ver.
Olhos voltados para fora ... serenos, seguros e que olham o mundo da cor da verdade e da realidade.
Olhos feitos do jeito dos olhos de Deus.

Meus ouvidos escutam o som do universo: foram feitos para escutar.
Dois ouvidos voltados para a realidade externa.
Para escutar as mensagens que vêm das pessoas, das músicas, do canto dos pássaros,
da chuva.
Pelos ouvidos sou aberto à realidade do mundo.
E posso guardar o mundo dentro de mim.

Minha boca e minha voz foram feitas para comunicação, para o encontro.
Tenho dois ouvidos e uma só boca: devo escutar e ver mais que falar.
Mas, a voz é minha comunicação. As palavras e a voz são feitas para o encontro.
A voz é feita para o diálogo, para a comunicação de sentimentos e pensamentos.
Nada foi feito para destruir...
A boca perde o sentido quando diz palavras de desencontro, violência, agressividade.
Nada foi feito para separar. Tudo foi feito para se encontrar.
Nada é sozinho neste mundo.

Tudo em nosso corpo foi feito para o encontro.
Somos,portando um encontro permanente.
O Sexo foi feito para o encontro.
Também os órgãos genitais, em nosso corpo, foram feitos para o encontro.
Não para serem prostituidos, para o egoísmo ou para tirar proveito pessoal.
O sexo em nós é para o encontro.Se não, perde a sua finalidade.
Tudo é ENCONTRO. Fomos feitos para o encontro. Nada foi feito para estar só.
Tudo foi feito para se completar, para ESTAR JUNTO, PARA CONVIVER.
O Encontro leva a uma vida melhor.
É, portanto, uma COMPLEMENTAÇÃO.
Nosso corpo, nossa vida, nossos desejos ... tudo chama para o encontro.
Nossa vida chama para o encontro. 


REFERÊNCIAS
DAVID, P. B e CASTRO-FILHO, J. A. Dialogicidade em práticas interativas da área de exatas. In: XX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, Florianópolis, 2009.  
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1967.

domingo, 24 de novembro de 2013

Diálogo: o caminho que nos aproxima.



A partir da leitura do texto compreendemos a importância da comunicação entre professor e alunos dentro da EAD – Educação à Distância.  O diálogo é possibilidade de aproximação efetiva entre esses dois atores dentro de qualquer proposta educacional.

Os autores tomam como referencia para essa comunicação a dialogicidade de Paulo Freire em relação a EAD como proposta de ampliação das possibilidades didático-pedagógicas. Destacam cinco pressupostos: amor, humildade, fé no homem, esperança e um pensar crítico. Refletindo sobre esses pressupostos, relataremos o que nos chamou atenção em cada um deles.
  1. AMOR – “querer bem”, valorização dos conhecimentos, cultura e necessidades do outro dentro de uma ação pedagógica libertadora. Podemos ter como exemplo a forma de expressarmos nosso sentimento através de recursos paralinguístico, expressando assim nosso respeito e compreensão da situação exposta pelo aluno;
  2. HUMILDADE – “aceitação do outro, capacidade de ouvi-lo e um profundo respeito por suas ideias e pensamentos” (p.3).  Quando deixamos claros os papéis de cada um (professor e aluno) dentro do processo, que a aprendizagem está centrada no aluno e que o aprender é coletivo através das trocas é um passo para estabelecermos esse fundamento;
  3. FÉ NOS HOMENS – “acreditar no potencial do outro, dando-lhe sempre a oportunidade de se colocar,...” (p.3). Durante o processo de tutoria sempre percebemos um ou dois alunos que ficam sempre a margem do processo. Esses alunos em especial precisam que acreditemos na sua capacidade de aprender e superar essa dificuldade. “O professor deve criar um ambiente no qual o estudante se sinta em uma posição de igualdade e não de inferioridade frente a ele e aos demais participantes.” (p.4);
  4. ESPERANÇA – busca pelo crescimento, pois somos seres inacabados, imperfeitos. Essa busca, segundo o texto deve ser feita na coletividade. Compreendemos que todos, igualmente, podem contribuir para a aprendizagem do grupo e para isso devemos estimular os alunos a ampliarem seus conhecimentos para além do que lhe é propostos no curso, por exemplo;
  5. PENSAR CRÍTICO – refletir sobre a realidade e desenvolver uma atitude de não conformidade. O texto nos fornece um exemplo claro quando cita que quando o aluno é chamado a refletir sobre seu processo de aprendizagem e de argumenta-lo criticamente já está exercendo um pensar crítico que deve se ampliar até o nível de grupo.

 Essa leitura nos lembrou de um aspecto que é real em nossa ação na EAD. A maioria de nossos alunos ainda se sente mais “à vontade” numa pedagogia “bancária”, pois talvez essa tenha sido sua única experiência educacional. Desta forma, nosso desafio é diminuir a distancia transicional, romper com o paradigma de que o professor é o único detentor do saber e apresenta-los uma ação mais dialógica, mais libertadora.

Alessandra de Oliveira


Texto base: Dialogicidade em práticas interativas da área de exatas.
(autores: Priscila Barros David e José Aires de Castro Filho/UFC)


sábado, 9 de novembro de 2013

SER TUTOR - EAD


Segundo FAINHOLO (1997), as principais funções do tutor são:
- motivar, gerar confiança e promover a auto-estima do estudante para enfrentar os requisitos que o estudo-trabalho a distância implica; 
- ajudar a superar eventuais dificuldades a fim de que o estudante permaneça e avance, respeitando seu estilo cognitivo e ritmo de aprendizagem; 
- promover a comunicação bidirecional, formulando perguntas, desenvolvendo a capacidade de ouvir, dando informação de retorno; 
- assessorar na utilização de diferentes fontes bibliográficas e de conteúdo; estratégias de trabalho intelectual e prático (cognitivas e metacognitivas); interação mediatizada com tecnologia etc.; 
- supervisionar e corrigir trabalhos, informando os estudantes acerca dos seus sucessos. 
  
Ainda segundo ARRUDA (2011), "ao término de cada fórum é indicado que o tutor faça um apanhado das principais ideias elencadas durante toda a interação/discussão ocorrida no mesmo, de maneira a construir uma síntese para os alunos, como se fosse uma síntese da semana de estudo sobre um assunto discutido.
Essa metodologia contribui para que o aluno compreenda que a sua participação no fórum estará a todo o momento sendo avaliada e, com isso, as suas postagens podem se configurar em produções cada vez mais ricas e estimulantes".

Como lembram ainda NEVES e COELHO (1999, p.117), a um tutor “são necessárias a sensibilidade, a afetividade e a receptividade, pois uma educação que se realiza a distância não significa que deva estar distanciada do relacionamento humano”.

Vídeo sobre Ações de Tutoria: http://sertutor.ldiufes.org/?p=1 

REFERÊNCIAS:
ARRUDA, Durcelina Ereni Pimenta. SOBRE AS TEORIAS E PRÁTICAS DO TRABALHO DO TUTOR NA EDUCAÇAO A DISTÂNCIA.
NEVES, Maria Cristina Baeta; COELHO, Antônia Maria. A tutoria. Educação à Distância: A aprendizagem e a tutoria. Rio de Janeiro: Senac/DN, 1999.
FAINHOLO, Beatriz. La tutoria em la educación a distância: problemas Y recomendaciones. Tecnologia Educacional: Rio de Janeiro, 1995.
  

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Paciencia - Lenine








Podemos dizer que a docência é uma ação pedagógica, crítica e transformadora, direcionada de forma a se integrar dialeticamente ao concreto do educando, buscando transformá-lo. Para Masseto (1994), ensinar diz respeito a instruir, fazer saber, comunicar conhecimentos, mostrar, guiar, orientar, dirigir, desenvolver habilidades – verbos, portanto, que apontam para o professor enquanto agente principal e responsável pelo ensino.

                 Além disso, Freire (1987) aponta que um educador humanista, revolucionário deve orientar-se no sentido da humanização de ambos direcionadas para o pensar autêntico e não no sentido de doação, da entrega do saber; sua ação deve estar fundida da crença nos homens.  A educação como prática de liberdade implica a negação do homem abstrato, isolado, solto, desligado do mundo, assim como também a negação do mundo como uma realidade ausente. Campos que ganham sentido na ação docente também da EaD. Considerando esses aspectos penso que para uma pratica pedagógica ser eficiente ela deve ser ponte que conduza, que leva ou orienta o saber.

                  Com base nos aspectos anteriormente citados, consideramos fundamental na ação docente o amor, tão bem ressaltados por Freire ao apontar ser amoroso ao educar quando coloca: “Eu sou um intelectual que não tem medo de ser amoroso, eu amo as gentes e amo o mundo. E é porque amo as pessoas e amo o mundo, que eu brigo para que a justiça social se implante antes da caridade.” Para além, aspectos como :domínio do conteúdo, ampla diversidade de ferramentas teóricas metodológicas, experiência, planejamento, recursos didáticos variados tornam qualquer atividade educativa prazerosa e tende a cumprir como os objetivos propostos para elas. Mas agora me deterei em alguns aspectos relevantes e pertinentes a atuação de tutoria, considerando que a mesma abrange o antes, o durante e o depois do encontro com os estudantes.

Antes da viagem para o encontro presencial, você deve:

1.      Ter domínio do conhecimento da disciplina

2.      Estudar e compreender todos os aspectos da disciplina- Cronograma, estratégias de avaliação,  prazos, recursos disponíveis de mídia, links, parada obrigatória;

3.      Participar de cursos de formação e aperfeiçoamento voltados para tutoria;

4.      Participar ou conhecer o projeto político da disciplina;

5.      Participar das reuniões de planejamento com o conteudista e coordenador da disciplina;

6.      Solicitar e enviar  ao coordenador da disciplina a  ficha da viagem  com seus dados para a compra da passagem (aérea ou terrestre) e para o recebimento da diária;

7.      Apresentar-se a turma e marcar o encontro presencial;

8.       Reservar o hotel ou a pousada na cidade-polo;

9.      Enviar mensagens para os alunos, tutor e coordenador local confirmando sua aula e solicitando o material que necessitará para seu trabalho (cópias de textos, datashow, caixas de som).
10.  Planejar suas aula definindo: recurso, metodologia, avaliação, estratégias.

11.  Planejar um plano B e C para possíveis eventualidades.

12.  Acompanhar se possível diariamente as ações on-line dos estudantes esclarecendo duvidas  mantendo  a interação e o apoio;

13.  Responder em tempo hábil as consultas e duvidadas dos estudantes;

       Considerei  no entanto que aqui apontei alguns dos aspectos relevantes na atuação de um tutor  embora tenha descoberto em minha pratica que podemos e estamos sempre começando, recomeçando, para começar e recomeçar num ciclo sem fim, visceral na busca de conhecer e aprender a cada dia. Nesse sentido o tempo não é o elemento mais forte, pois só consolidam aprendizagens  que rompem as barreiras de livros, telas, encontro. Vivemos cada instante, cada encontro, cada despedida sabendo que somos eternos aprendizes, que se juntam cada vez em maior proporção no mundo e assim vivemos, aprendemos, somos.






Hadassa Barros
http://www.youtube.com/v/sXmWAOIWg3w?autohide=1&version=3&attribution_tag=ix8A6gfoFbCTemrRv_fVyw&autohide=1&feature=share&showinfo=1&autoplay=1

As ações didáticas do tutor (antes, durante e depois)

Acredito que a primeira ação seria justamente conhecer o conteúdo a ser ensinado aos alunos, mesmo que seja um assunto já muito estudado e debatido, sempre existe algo que possamos aprender melhor. Um estudo atento sobre o que está sendo feito de novo.

Conhecer um pouco os alunos também é algo que não abro mão. Ter um pouco de empatia faz com que o conhecimento possa ser transmitido com maior facilidade.

Durante o período de aprendizado é importante o professor ser flexível para deixar que outros assuntos possam ser abordados dentro da aula, para até melhor perceber como os alunos estão sendo instigados a pensar criticamente e até onde esse pensamento crítico está sendo desenvolvido para além do assunto estudado.

Depois acredito que a troca e o feedback algo que acrescenta e ajuda a melhorar o trabalho que será repetido com outras turmas.

Sempre acontecerá esses momentos de troca e de desenvolvimento.

E nesses momentos que colocamos mais uma pedra de conhecimento nessa pequena ponte entre o professor e o aluno.